Casos de sucesso

 

SELO QUAL dá vitória à Commanders em licitação da Petrobras

 

Investir em boas práticas de gestão e qualidade é um bom negócio. É o que comprova a Commanders Uniformes, que já vem colhendo frutos da participação no Programa Brasileiro de Autorregulamentação de Roupas Profissionais, Militares, Escolares e Vestimentas. Em junho de 2010, a empresa, que tem sede em Apucarana (PR) venceu licitação da Petrobras para fornecimento de uniformes, contrato que pode alcançar até R$ 600 mil. Uma das exigências da estatal era a certificação em gestão da qualidade. O SELO QUAL foi o diferencial competitivo da confecção, certificada no nível Bronze desde maio de 2010. 

 

Inicialmente foram adquiridas mil peças. O contrato em vigor prevê a entrega de outros 3 mil uniformes. A Petrobras pode elevar o número de peças até o limite do valor estabelecido em contrato por meio de aditivos. Cláudio Luiz Palharin, proprietário da Commanders, informou que cerca de 35% de sua produção é destinada a empresas governamentais, que devem exigir cada vez mais a certificação.

 

Segundo ele, o SELO QUAL melhorou muito a imagem da Commanders também entre as empresas privadas. A DHL Brasil, por exemplo, é cliente há 5 anos e a partir de agora manterá contrato corporativo com a confecção, para garantir a continuidade do fornecimento. “O SELO QUAL veio premiar a qualidade que nós já perseguíamos. Tenho certeza que as compras públicas vão ser balizadas a partir deste quesito”, disse.

 

A certificação também abriu mercados para a empresa que, em menos de um ano, registrou aumento de 25% em suas vendas, elevando em cerca de 20% sua produção, com a confecção de 6 mil peças/mês. Neste período, 30 pessoas foram contratadas para reforçar o time de 200 trabalhadores. “O SELO QUAL foi um divisor para a empresa. Houve muito empenho para se adequar a alguns processos produtivos e estamos evoluindo para o nível Prata. Estamos nos preparando há mais de 6 meses. A auditoria deve ser realizada até junho de 2011”, adiantou.

 

A empresa está realizando, ainda, testes de qualidade no exterior para obter o Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho para a linha técnica e, desta forma, se candidatar ao nível Ouro do SELO QUAL, estágio máximo da certificação. A expectativa é de que isso ocorra ainda em 2011. “Estamos dando um passo de cada vez, solidificando os processos. Já estamos sendo reconhecidos na cidade, no Estado e no País como uma empresa que procura qualidade e inovação. O SELO QUAL realmente faz a diferença”, sentencia.

 

 

 

W Uniformes implanta projeto social após certificação

 

A comunidade dos arredores do Jardim Cruzeiro, periferia de Salvador (BA), está sendo beneficiada por ações sociais desenvolvidas pela W Uniforme, empresa do W Grupo, certificada com o SELO QUAL no nível Prata.

 

O projeto Oficina do Amanhã mantêm 16 crianças carentes de 4 a 5 anos na escola Academia do Saber, creche onde permanecem das 7h às 17h. Lá as crianças recebem educação básica e participam de aulas de inglês, informática, atividades esportivas, além de orientação pedagógica. A empresa é responsável pelo pagamento de todas as despesas dos alunos, que inclui mensalidades, fardamento, material escolar e de higiene entre outros.

 

“Esse era um projeto antigo, que foi concretizado a partir dos conhecimentos adquiridos durante a certificação do SELO QUAL”, adianta Grace Terra, sócia-gerente do W Grupo. Segundo ela, o trabalho é coordenado pelo Comitê de Responsabilidade Social, implantado na empresa. As crianças foram selecionadas nos bairros próximos à fábrica, onde há muitos problemas sociais. “A idéia é de que a cada ano novas turmas de educação infantil ingressem na escola e que continuemos acompanhando as turmas anteriores, até que chegue o momento de ingressarem na universidade”, afirma Grace.

 

Paralelamente, a W Grupo desenvolve projeto de reciclagem de resíduo, cuja venda é revertida para custear parte da despesa com as crianças. Uma das empresas do grupo fabrica bancos de couro para concessionárias de automóveis. Sobras de couro, espuma e capas originais de fábrica retiradas dos veículos são transformadas em mochilas. “É uma forma de preservar o meio ambiente e ao mesmo tempo contribuir para a manutenção do projeto Oficina do Saber”, resume Grace.





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